Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2011/05/28

Sim, ainda estou cá

No Rio de Janeiro. Ultimo dia de férias.

 Olá leitores (alguem ainda visita esse site?).

Pois então, fiquei meses sem escrever nada. O motivo, poderia citar vários como desculpa, mas no fundo ando mesmo com uma crise de criatividade…

Mas acho que a única forma de superar isso é ser teimoso, sentar na frente do computador e começar a teclar, sem preocupações sobre o que vai sair…

Nos ultimos meses, muita coisa aconteceu…

Trabalho, Graças a Deus continua intenso. Ando envolvido com consultorias, formações e claro quando dá ainda aproveito para divertir-me um bocadinho.

Estive no Brasil no mês passado. Foram quase 3 anos sem pisar naquela terra. É tempo demais sem ver a familia, sem ver os amigos e sem curtir o que o Brasil tem de melhor. Passou rápido, foram só 15 dias de férias e a melhor parte foi rever minha Lu, desde inicio de Janeiro que não há via. Não tem sido fácil essa distancia. eu cá em Angola, ela em Portugal e todo o nosso mundinho lá no Brasil.

Felizmente isso tem data para acabar, ela vem para cá em breve ficar comigo 😀

Desde que saímos do Brasil em 2007, passamos por muita coisa, conquistei meu mestrado, ela terminou a faculdade e também está fazendo mestrado e agora mudamos mais uma vez de país. Angola vai ser nossa nova base de operações..ehheeh

Dia desses estava conversando com um amigo brasileiro aqui em Luanda no Clube Náutico e ambos estavamos a olhar para a cidade do outro lado e conversa vai, conversa vem, e nós  a analisar como a vida pode ser inesperada.

Quem diria que um dia teria a oportunidade de viver fora, de conhecer novas culturas, de poder dizer que alcancei mais do que havia sonhado.

E lá to eu cá em Luanda.

Mas e Portugal?

Com uma certa dor posso dizer que estou me desligando de Portugal aos poucos, todos esses anos lá foram muito bons para mim, aprendi muita coisa, conheci gente que vale a pena, outras nem tanto assim. Senti na pele o que é ser imigrante, no sentido literal da palavra, pois vivi como um, com todas as dificuldades que só quem sai do seu país, sabe do que estou a falar.

Mas então e Brasil?

Ah Brasil, com todos os seus problemas, violência, corrupção ainda é minha terra. Se um dia voltamos a viver lá, diria que é bem possível, mas Deus sabe de todas as coisas e é Ele que guia nossa vida, sempre.

Temos ainda planos, coisas queremos alcançar antes de voltar…uma coisa de cada vez, com calma.

E Angola?

Angola continua sendo uma experiencia dificil de explicar, conviver com tanta diversidade tem me deixado confuso as vezes. Trabalhar num prédio de luxo e olhar pela janela e ver tanta miséria é de doer o coração. Tento fazer algo para contribuir com mudanças, seja com pequenos gestos, seja por palavras..mas posso e devo fazer mais…é uma obrigação que sinto que ainda não me comprometi como deve ser.

Então é isso..pretendo voltar mais vezes aqui no blog, para por pra fora o que anda pela minha cabeça, coisa que quase não faço.

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Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2011/01/18

O que seria das vitimas das chuvas no Rio de Janeiro sem os voluntários?

“Vejo mais esforços voluntários do que mobilização organizada por parte do Governo. “

O Brasil gastou só em ajuda humanitária/militar para o Haiti, mais de 700 milhões. Após o terremoto então, nunca vi uma mobilização tão bem articulada e rápida. Não desmereço essa atuação. É necessária e humana.  O país ganhou alguns pontos com a comunidade internacional, mas quando o assunto é o próprio Brasil…bem…

O tempo de resposta é outro, as decisões politicas levam uma eternidade…o dinheiro quando é liberado, é pouco e vem em partes. A Defesa Civil faz o que pode, com o que tem.

Daqui de longe em Angola, só resta-me acompanhar as noticias e ver dia após dia, imagens do povo ajudando o povo. São pessoas que por vezes são vitimas do desastre, mas esquecem-se da própria dor para ajudar quem ainda tem mais dor. Fazem desde oferecer um simples abraço, até a envolver-se em operações de busca e salvamento, por conta própria. Há também aqueles que vem de longe para oferecer apoio,. Sem contar a enorme quantidade de doações, enviada por outros tantos brasileiros das mais diversas regiões do país.

Pagamos e bem nossos impostos no Brasil, para ver que quando precisamos receber aquilo que seria um direito nosso, não temos o retorno necessário e portanto vivemos de acordo com nossa própria sorte.

As vezes assusto-me com a capacidade do Brasileiro em reinventa-se, em ser auto-suficiente a tal ponto de não esperar nada das instituições públicas e encontrar suas próprias soluções de sobrevivência e isso mais uma vez é o que está acontecendo.

E é essa auto-suficiência que mantém a estrutura como está. Nos acostumamos a não depender do Estado e por isso também não reclamamos, não quebramos nada, não vamos a rua em protesto, não, nada disso. Somo capazes de viver por conta própria, de viver uma vida de endividamento, de aceitar aumentos sucessivos no custo de vida, porque nossa criatividade nos mantém vivos, não é o Estado que vai nos sustentar.

Isso é o que nos mantém vivos, mas também é o que mais nos prejudica.

Um muito obrigado à todos voluntários desse meu Brasil.

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/09/05

Quando a saudade aperta

Há dias que a saudade aperta.

Por mais que viaje pelo mundo. Por mais que conheça lugares lindos, gente nova e outras culturas.

É impossível esquecer…

Minha querida Vitória….

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/08/22

Angola não é Luanda e Luanda não é Angola

Olá pessoal

Sumido daqui. Mas por um bom motivo (trabalho não tem faltado Graças a Deus).

Estou a uma semana (e fico mais uma) no Lubango, capital da Provincia da Huíla. A cidade está a aproximadamente 1760 metros acima do nível do mar, o que caracteriza um clima bem seco. Senti logo isso pois meus lábios estão completamente ressecados.

Como o título do texto diz, Angola não é Luanda e Luanda não é Angola, isso significa que esse país pode reservar-lhe agradáveis surpresas. Não que Luanda seja má, mas que é possível ter uma melhor qualidade de vida em outras cidades onde o ritmo louco do “capitalismo selvagem” ainda não chegou.

Vim a trabalho, para dar duas formações de 5 dias cada. A primeira surpresa foi a sede da empresa aqui. Uma mega estrutura que era para ter virado universidade, mas que por motivos que não vem ao caso, não aconteceu.  Gostei muito da qualidade e da organização das coisas. Essa semana tiro umas fotos.

Quanto a cidade em si. É muito bonita, não tem aquele transito completamente alucinado de Luanda e isso reflete-se também no jeito das pessoas. Sinto uma certa paz e tranquilidade geral aqui. Nada de confusões, nada de gritos na rua, nada de candongueiros agressivos (aqui também existem, mas são mais calmos). Sinto-me até mais tranquilo ao andar nas ruas aqui.

Ontem, pude dar uma volta com uns colegas da empresa e de cara pude conhecer o verdadeiro cartão-postal do país. A Serra da Leba e sua famosa estrada sinuosa. A vista é espectacular e não cansei de tirar fotos do local. Também fui rapidamente ao Cristo-Rei (uma versão mini do Cristo Rendentor do RJ que está localizado a 2100 metros de altitude). Consegue-se ver toda a cidade.

Hoje o pessoal foi a praia, mas sinceramente não estava com vontade de seguir 3 horas de carro só para ver o mar, preferi ficar em casa e descansar um bocado.

Mas vamos ao que interessa, algumas fotos. Pretendo tirar mais algumas antes de voltar para Luanda.

Um candongueiro. Ao fundo o Cristo-Rei.

Vista da cidade do Lubango no Cristo-Rei

O Cristo-Rei

A caminho da Serra da Leba...presença chinesa

Na Serra da Leba...sem comentários

Quando a engenharia e a natureza são um complemento.
Serra da Leba-Lubango.

Companheiros de viagem. Um Brazuca e um Tuga.

Amplie a foto e veja um animal que não consegui identificar. Um rato bem alimentado?

Na nota de 5 Kwanzas. Serra da Leba

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/08/07

L.I.V.R.O – Millôr Fernandes

Na onda dos e-books e também dos e-readers, deixo-vos com um texto do genial Millôr Fernandes (@millorfernandes ) sobre uma nova tecnologia, que vai revolucionar o mercado de leitores digitais de livros. 😀

L.I.V.R.O – Millôr Fernandes

Millôr Fernandes: Um novo e revolucionário conceito de tecnologia de informação

Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas – L.I.V.R.O.

L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!

Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua seqüência correta.

Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!

Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.

Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.

Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.

O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.

Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso ao L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração.

Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.

Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/07/26

A FILDA: Fotos do Evento

Deixo algumas fotos do evento. Principalmente do Stand da SINFIC.

Se não conseguir ver abaixo clique aqui

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/07/25

A FILDA, O bom, o mau e o Feio

Olá pessoal

Essa semana foi uma loucura. Estive envolvido até os cabelos com a FIL a Feira Internacional de Luanda. Um mega evento que durou de terça-feira até hoje. Estou completamente arrasado, afinal fui todos os dias e era das 13:00 às 21:00.

A presença de empresas de fora foi em peso. Todo mundo de olho em Angola (no dinheiro claro), muita expectativa por parte dos empresários em entrar nesse mercado que ainda é de risco (compra tudo, mas nada garante que paga). Havia um pavilhão só para Portugal, uma secção inteira para o Brasil, Espanha, Alemanha….

A presença chinesa também era em peso. Os chineses estão por todo lado aqui e começam até a sair daquele mundinho deles. Em Portugal nunca vi um chines sequer falar com um ocidental e aqui até casamento ja ouvi dizer que aconteceu. Essa presença tem uma razão. Angola tem recursos que a China precisa (leia-se petróleo) e a China tem a solução para o “desenvolvimento”, mão-de-obra barata(diria quase escrava), conhecimento técnico e rapidez (pressa nem sempre significa coisa boa).

Em troca do petróleo, vendem um pacote completo. Comprometem-se a construir tudo e trazem a solução inteira, mão-de-obra, material(da areia ao maquinário) e know how. O lado bom é, o país ganha algumas escolas, tem estradas asfaltadas , etc e não preocupa-se com nada. O lado ruim e que pouca gente percebe é:

  • O país não ganha qualquer conhecimento novo na área de construção civil e afins.
  • Não há qualquer investimento de formação de mão-de-obra local. Ou seja, quem não tem qualificação, continua sem.
  • O país continua dependente de pessoal de fora para continuar seu curso de crescimento.
  • As construções são de qualidade duvidosa.
  • O país não desenvolve uma indústria nacional e continua a depender das importações.

Bom mas como o assunto é FILDA, apesar de toda a ostentação e grandiosidade do evento, do lado de fora a realidade era outra. Tudo no entorno do evento era feio, pobre e mal cuidado. Era o contraste máximo, Luxo e Lixo. Pessoas a tentar entrar de qualquer forma, gente pedindo brindes, meninos de pouca idade oferecendo serviços de engraxate, meninas a perguntar se precisavamos de pessoal para o stand. Dava muita pena, ver tanta gente em péssimas condições e lá dentro o melhor dos mundos. As favelas (Musseques como dizem cá) ocupam tudo a volta.

Nem imagino o que pensa o presidente do país que veio junto com o Cavaco Silva e passou por aquele cenário. Será que não olha para fora e pensa que poderia fazer melhor pelo seu povo? Não estou aqui pra criticar, meu país e meu presidente também não são os melhores do mundo, mas dói ver aquilo, assim como dói ver a desigualdade no Brasil ou em qualquer parte.

No próximo post algumas fotos do evento. A parte de fora não merece ser fotografada.

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/07/24

Fotos: Miradouro da Lua, Praia de Sangano e Cabo Ledo

Algumas fotos do ultimo fim de semana. Após tanto stress, um dia para relaxar.

As fotos são do caminho até lá e incluem o Mirante da Lua(Miradouro como dizem cá e em Portugal). Praia de Sangano e Cabo Ledo.

Gostei muito de Sangano. Infraestutura de primeira e um preço camarada, 150 dólares por noite(até barato para os padrões da daqui).

Placa informativa.

No miradouro da Lua. Como esse carro foi parar ai não faço idéia.

Clique para ampliar

Lembranças da Guerra. Na ponte que atravessa o Kwanza.

Companheiros da aventura. Sofia, Hugo, Isabel e Gonçalo. Só faltou minha Lu 😦

Vida de Pescadores em Em Cabo Ledo

Até a próxima. 😀

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/07/01

Quem lê tanta notícia?

Conexão acima de qualquer coisa

Desabafo original de Carlos Alberto Jr. do Blog Olhares Míopes

Twitter, facebook, MySpace, Orkut, jornais e revistas em versões impressas e online, publicações apenas online, blogs.

Todo mundo achando que está mudando o mundo (inclusive eu!) com comentários brilhantes.

Quem consegue ler um jornal inteiro por dia?

Quem consegue ler uma reportagem até o final?

Mas como já dizia o Caetano Veloso em 1967, afinal, quem lê tanta notícia?

Em jornal até acho mais fácil.

No computador, é preciso não abrir outras janelas e desativar msn, e-mail etc. para não ser bombardeado com a quantidade de informações que pipocam na tela.

E ainda tem que ler o último relatório com informações impactantes sobre o destino do universo, comprar aquele livro que acabou de sair e que todo mundo já leu, tem que estudar línguas, malhar, fazer refeições, trabalhar e, se der tempo, viver um pouquinho.

Desabafo original de Carlos Alberto Jr. do Blog Olhares Míopes

……………………………..

A internet está reconfigurando nossos cérebros e isso, pode ser um problema – Leia

Frase que li hoje no twitter 🙂

“Tenho twitter, orkut, facebook, blogs, emails. Quando morrer, que meu epitáfio seja: ‘Enfim, off line’.”

…………………………………

Conclusão?

"Please! Só mais um post"

Publicado por: Luiz Amadeu Coutinho | 2010/06/29

O som do Fumacê

Quem diria. Após tantos anos. Volto a ouvir um som que levou-me a lugares bem escondidos na minha memória. O som do Fumacê. Máquina criada para matar, Mosquitos e qualquer coisa que respira e precisa de ar :).

Sua função está bem descrita abaixo e ainda não descobri como é carinhosamente chamado aqui.

Para reduzir a população do mosquito adulto, é feita a aplicação de inseticida através do “fumacê”, que deve ser empregado apenas quando está ocorrendo epidemias. O “fumacê” não acaba com os criadouros e precisa ser sempre repetido, o que é indesejável, para matar os mosquitos que vão se formando…Fonte

Lembrei-me de quando criança, no fim da tarde (hora preferida dos Mosquitos) o carro do Fumacê a passar pelas ruas de Maruípe (bairro de Vitória, onde vivi alguns anos) e lá ia toda a criançada atrás daquele carro que fazia um barulho ensurdecedor e soltava aquela fumaça branca e inofensiva (ao menos era o que pensavamos), mas que lançava um veneno para o ar.

Todos corriam a fechar janelas e portas para a fumaça não entrar e também recolher a roupa no varal, e lá iamos nós a correr pelas ruas atras daquela diversão.

E agora, aqui em Luanda, estava eu prestes a dormir ouço novamente esse som, vou a janela e lá está ele. O Fumacê.

Felizmente o Fumacê aqui não exerce o mesmo fascínio nas crianças de cá. Ou os tempos são outros e brincar na rua com amigos virou coisa do passado.

Tenho cá minhas dúvidas se realmente a invenção é eficaz contra os mosquitos, mas certamente devem ter lá sua razão em utilizar, nem que seja financeira. A malária (ou Paludismo como dizem aqui) é responsável por muitas mortes e mosquitos é o que não falta aqui. Veja noticia aqui.

Quanto a máquina em si, não consegui tirar nenhuma foto, mas deixo algumas variações da mesma.

Por alguma razão esse senhor não gosta da máquina

Versão em duas rodas da brilhante invenção

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